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🥋 Own the legacy. Master the art. Live the way of Karate.
Karate-Do: My Way of Life is the revered autobiography of Gichin Funakoshi, the founder of modern Karate. This used book in good condition offers an authentic glimpse into the origins and philosophy of Karate, bridging its secret Okinawan roots with its global practice today. Highly rated and ranked among top combat sports literature, it’s a must-have for serious martial artists and enthusiasts.
| Dimensions | 11.2 x 1 x 18.2 cm |
| Edition | Reprint |
| Isbn 10 | 1568364989 |
| Isbn 13 | 978-1568364988 |
| Item Weight | 142 g |
| Language | English |
| Print Length | 144 pages |
| Publication Date | 1 February 2013 |
| Publisher | Kodansha America, Inc |
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Muchos años esperando encontrar este libro
Tenia muchos años buscando está obra para mi hermano, una agradable sorpresa el haberlo encontrado
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Must have for Karate-ka
If you practice karate, you must have this book.
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A Gem.
Karate Do : My way of lifeAs the title suggests , discipline , routine ,mind control ; Book written by Ginchin FUNAKOSHI ,who was the founder of Shotokan Karate-Do.The book gives insight into the era , the lifestyle ,karate , struggle , biography,philosophy etc.The book is both about the art and spirituality. Very compact.Printed in South Korea by Dai Nippon Printing Co , LTD.Publisher is Kodansha.Nice packing and delivery on time.Thank you.
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Good overview of the life and views of a man who made Shotokan Karate his gift to the world
This book is short but content rich. In it Funakoshi tells the story of his early life, of his beginning to study Karate and then his pursuit to expand it as an art.Funakoshis style is very simple and clear, understated and humble, but none the less full of meaning. His personality oozes through each paragraph.He provides perspectives on karate and the way he sees is the correct approach to the art. He relates many stories about his studies, including a moment of grandeur when he stands on his house roof in a typhoon or when his master stares down a bunch of thugs rather than electing to fight them.It is clear Funakoshi took great pride in how his students perpetuated the art he developed, and he also relates some more emotional moments; such as financial poverty and visiting a Japanese war memorial with the commandant of the US air base it is within. Not quite the political or world figure Jigoro Kano was he none the less made a profound contribution to the world in developing his Ryu of karate and this book illustrates that journey.A good read for anyone interested in karate philosophy, how Shotokan karate was developed, and in the life of Gichin Funakoshi.
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Essencial para o Karateka, relevante para toda pessoa interessada no Oriente
Gichin Funakoshi foi o artista marcial, poeta e educador responsável por levar o Karatê da ilha de Okinawa para o Japão, estabelecendo as bases doutrinais e técnicas mais importantes para a consolidação desta arte no século XX. Neste livro, Funakoshi disserta livremente, de modo semi-cronológico, sobre uma quantidade relevante de episódios de sua própria biografia, trazendo-nos informações relevantes sobre a história do Karatê. Podemos destacar algumas dessas informações. A região em que se encontra Okinawa, conhecida como as Ilhas de Ryukyu, sofreu em 1609 uma invasão das tropas de Shimazu, Daimyo de Satsuma, que estabeleceu um decreto de banimento de armas para todos os cidadãos. Os chamados “shizoku”, de classe mais abastada, começaram a praticar em sigilo, no entanto, certas técnicas marciais originadas na China, dada a forte influência da cultura deste país nas Ilhas Ryukyu, por conta de suas importantes relações comerciais com a província de Fukien, ao sul da China. Acredita-se que os “shizoku” praticavam o “kempo” (ou boxe) chinês e que deste tenha se originado o Karatê, cujo nome é composto pelo caractere chinês “kara” (que se refere à dinastia Tang e significa “China”) e o kanji “te” (que significa “mão”) – portanto, “mãos chinesas”. Funakoshi nos fala que é possível que esta arte marcial tenha sido praticada em conjunto com outra arte original das ilhas, chamada Okinawate, mas não há certeza histórica. Posteriormente, os dois tipos de “te” ou artes marciais praticadas em Okinawa seriam conhecidas como “Shurite” e “Nawate”, em referências às suas cidades de origem, Shuri e Nawa.Funakoshi nos fala também sobre a sua juventude no início da Era Meiji, no qual mesmo a prática de qualquer “te” era proibida, o que o levava a aprender de maneira clandestina junto a dois mestres que ainda se mantinham ativos, Azato e Itosu. As descrições que Funakoshi faz destes treinos ressaltam a relevância dos “kata” para a formação rigorosa do praticante: estes são entendidos como acervos de técnicas puras, sequenciadas em uma performance de combate simulado, e que devem ser repetidas de modo disciplinado, cuidadoso e contínuo, para serem dominadas no curso de anos. Em momentos posteriores, quando a proibição havia caído, Funakoshi nos fala sobre a visita do reverenciado mestre do Judô Kodokan, Jigoro Kano, a Okinawa e das apresentações cerimoniais de Karatê que foram feitas como parte de sua recepção. Sua boa impressão da arte é parte do cenário que leva Funakoshi a iniciar uma campanha exitosa de apresentação do Karatê no Japão, a partir de Tóquio.O que vem a partir daí é história: Funakoshi opta (com certo interesse nacionalista) por substituir o caracter “kara” original, que, como dito, significa “China”, por um kanji homófono que significa “vazio”. De “mãos chinesas”, portanto, passamos a “mãos vazias”. Do mesmo modo, o mestre se dedica a tornar o Karatê um instrumento educativo sério e profundo, adaptável ao sistema escolar japonês e apropriado para a formação mesmo de crianças e jovens. Ele quer, portanto, tornar o Karatê um “do” ou “caminho”. Dessas duas transformações, temos a conhecida nomenclatura “Karatê-Dô” ou “caminho das mãos vazias”. O livro nos fala sobre diversas fases importantes do trabalho de difusão e consolidação desta arte no Japão como um todo: sua entrada nas universidades, em escolas de segmentos anteriores da educação, a proliferação de dojos país afora, a atenção estrangeira sendo despertada… sempre nos oferecendo, com isso, perspectivas éticas profundas sobre como deve se portar o seu praticante – com lealdade, honradez, nobreza e esforço contínuo para se evitar a aplicação do Karatê em situações de conflito etc. Entende-se, então, que o Karatê entre em conflitos de vida ou morte e não como solução para disputas menores. Ele deve ser, por isso, resguardado. Há ainda espaço para uma bela narrativa sobre as origens do chamado estilo “Shotokan”, que advém do pseudônimo utilizado por Funakoshi quando ele escrevia seus poemas de juventude, “Shoto”, e o sufixo “kan”, que significa “estilo”.Trata-se de uma leitura fácil, agradável, enriquecedora, que envolve e entretém com facilidade. E que é recomendável não apenas ao praticante de Karatê, mas a qualquer interessado em cultura oriental em geral.
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